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Não podia terminar melhor, primeiro a conquista da ”Taça AFL”, depois o troféu de campeão da divisão de Honra e subida ao nacional secundário, e por último a ”Supertaça AFL”, sempre sobre o mesmo adversário, o CF Sassoeiros, um pleno de títulos conquistados pelos jogadores Ivo Coelho, João Carreira, Gonçalo Rodrigues, Rudi Neves, Zé Maria, Tiago Cruz, Pedro Martins, Vasco Lopes, David Magina, Guedes, Bruninho, Cacau, Rúben André, Mané Reis, Cláudio Santos, Luizinho, Leandrinho, Nelson Ribeiro, Ricardo Balouta, João Silva e João Carlos Pinheiro, sob o comando técnico de Nuno Chumbo, Nuno Serra e Luís Brito, com o apoio do delegado Filipe Simões, do coordenador geral Paulo Ribeiro e do director Bruno Sampaio, assim como do corpo clínico constituído por Carlos Ferrão (osteopata), Sérgio Sabença (enfermeiro), Carla Balixa e Ruzana Gosheva (massagistas), feitos que fecham com chave de ouro a época de 2016/2017.

No derradeiro jogo, em que estava a disputa da ”Supertaça”, e que teve como palco o Complexo Desportivo de Porto Salvo, os canarinhos apenas sentiram dificuldades na primeira metade do encontro, que terminou com uma igualdade a um golo, a que se seguiram os segundos 20 minutos em que a vitória não merece qualquer contestação, não só porque o Estoril Praia marcou mais golos, mas também porque a formação do CF Sassoeiros não conseguiu manter o equilíbrio dos 19,30 minutos da primeira parte, dando sequência ao final desastroso em que permitiu de forma caricata o empate com que foi para descanso.

E se o final da primeira parte não foi bom, o começo da segunda não foi melhor, falta de concentração aproveitada pelos canarinhos que passavam para a frente do marcador, seguindo-se ainda o empate (2-2), o último da partida pois a partir daí só deu Estoril Praia com golos para todos os gostos, alguns muito consentidos, outros de belo efeito pelos pupilos de Nuno Chumbo, que acabaram por chegar ao 7-3 final mercê da concretização de Zé Maria, por três vezes, Mané, Cacau, Bruninho e Pedro Martins, enquanto do lado sassoeirense os golos foram apontados por Rúben (2) e Manuel Pinto.

Um jogo que no entanto fica marcado por mais uma má arbitragem, erros atrás de erros na segunda metade, precisamente na altura em que a partida se tornou mais difícil, um deles, que acabou por desequilibrar o que já não estava equilibrado, por mérito dos estorilistas, a expulsão de Renato Hortas, no entendimento da dupla de arbitragem por simulação, errada, já que o sassoeirense sofreu um ‘chega para lá’ nas costas de Zé Maria, lance dentro da área canarinha em que a bola teria de ir para a marca dos 6 metros, penálti que não foi marcado e cartão amarelo (segundo) que deveria ter ficado no bolso que acabaram por marcar a ”Supertaça”, um lance mal ajuizado que motivou na altura muitos protestos por parte do Luís Varela, que estava no comando da equipa do CF Sassoeiros, dos jogadores e de Tiago Guelho, que estava na bancada devido a castigo, que se prolongaram após o apito final.

Lance que não põe em causa a vitória do Estoril Praia, já que a partir do 3-2 estorilista a equipa do CF Sassoeiros, que acabou a partida a jogar em 5x4, não mais se encontrou.

Nuno Lobo e José Loureiro, presidente e vice-presidente da Associação de Futebol de Lisboa, marcaram presença na entrega do troféu e medalhas, cerimónia em que foram acompanhados por Alexandre Faria, presidente do Estoril Praia, Deolinda Sousa, presidente do CF Sassoeiros, e Carlos Pereira, vice-presidente do Leões de Porto Salvo.



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